
O Hospital Regional de Palmeira dos Índios (HRPI) implantou quatro farmácias satélites na unidade hospitalar para assegurar assistência ágil e eficiente aos pacientes. O objetivo é tornar a distribuição de medicamentos ainda mais organizada, contribuindo para a melhoria da assistência prestada à população do Agreste e Médio Sertão.
As farmácias satélites foram instaladas em áreas estratégicas de maior demanda e fluxo, permitindo que os medicamentos estejam mais próximos das equipes de saúde e reduzindo o tempo de espera nos processos internos. A descentralização do serviço também proporciona mais praticidade no abastecimento dos setores e maior suporte às rotinas hospitalares.
Para quem atua diretamente na assistência, a mudança é sentida no relógio. Luciana Macedo, enfermeira da Oncologia Paliativa, destaca que a nova estrutura é importante em situações em que a precisão não pode esperar. "Trabalhamos com tempo e precisão. Cada minuto economizado nos deslocamentos pelos corredores representa mais agilidade no cuidado e benefício direto para o paciente", afirma a enfermeira, enfatizando que a medida garante uma assistência muito mais segura.
Anteriormente, o hospital dependia de uma centralização que exigia constantes deslocamentos das equipes. Atualmente, a rede interna é composta por quatro unidades satélites e uma farmácia central, responsável pelo abastecimento de medicamentos e insumos médicos destinados às novas unidades.
De acordo com Aphra Albuquerque, coordenadora do Núcleo Farmacêutico do HRPI, a implantação das farmácias satélites fortalece a qualidade da assistência prestada.
“Esse sistema representa um avanço na organização e na segurança da assistência farmacêutica hospitalar. A descentralização do abastecimento permite maior rapidez nas dispensações e reduz o tempo de resposta às unidades assistenciais. Além disso, os satélites fortalecem a segurança do paciente, minimizam riscos operacionais, reduzem deslocamentos desnecessários e oferecem suporte mais eficiente às áreas críticas, como UTIs, centro cirúrgico, emergência e setores de alta complexidade”, finalizou a coordenadora.