
A participação de Alagoas na Hannover Messe 2026, realizada na semana passada na Alemanha, chega ao fim com resultados que consolidam o estado em uma nova rota de oportunidades internacionais, inovação tecnológica e atração de investimentos.
Reconhecida como a maior vitrine industrial do planeta, a feira deste ano teve um significado ainda mais estratégico para o Brasil, escolhido como país parceiro oficial da edição, condição que abriu espaço privilegiado para que estados brasileiros, especialmente do Nordeste, apresentassem seu potencial econômico, industrial e tecnológico ao mercado global.
O secretário de Estado de Comunicação, Wendel Palhares, e o secretário Executivo de Relações Federativas e Internacionais, Raul Manso, representaram o Governo de Alagoas. Eles destacaram que a participação alagoana foi marcada por articulações estratégicas e pela construção de conexões relevantes com empresas que lideram processos de inovação no cenário mundial.
“A Hannover Messe é hoje a maior vitrine industrial do mundo. Ter o Brasil como país parceiro oficial desta edição abriu uma janela estratégica rara de diálogo com a indústria global, e o Nordeste soube ocupar esse espaço com protagonismo”, afirmou Raul.

Segundo ele, um dos maiores ganhos para Alagoas foi a aproximação direta com empresas globais de tecnologia presentes à feira, especialmente aquelas que atuam na fronteira da inovação industrial, inteligência artificial aplicada e digitalização produtiva. “Estabelecemos pontes qualificadas com atores que estão na fronteira da inovação industrial, da inteligência artificial aplicada e da digitalização produtiva, conversas que abrem caminho para parcerias capazes de acelerar a agenda tecnológica do estado e, por extensão, do Nordeste, que já está em desenvolvimento”, finalizou.
Mais do que representar Alagoas em um dos maiores encontros industriais do mundo, a missão internacional posicionou o estado como parte ativa de uma estratégia regional de crescimento, inovação e cooperação internacional, posicionando o Nordeste brasileiro como um território cada vez mais preparado para dialogar com o futuro da indústria mundial.