

“Comemorar os 33 anos de Caic é celebrar muitas coisas. É celebrar uma história, e que era um sonho que se tornou realidade: o sonho da universidade de ter um espaço para pesquisa, para ensino e para extensão”, comemora a diretora geral do Caic, Rosiane Machado da Silva. “Hoje, o Caic se consolida mais uma vez como uma escola de referência em tempo integral”. As atividades comemorativas foram organizadas para estudantes do ensino infantil e fundamental, com apresentações de poesias, canto e de desenhos alusivos ao aniversário para criar e dar continuidade à memória da escola que os acolhe diariamente.
Para alguns, o Caic é a primeira escola, como o caso da aluna Júlia Lima da Silva, do quarto ano do ensino fundamental. “Eu adoro o Caic! Eu estudo aqui desde o Infantil 4, quando eu tinha mais ou menos três anos de idade”, conta Júlia. “Aqui eu aprendo bem, tiro notas boas, e as professoras sempre dão muito amor. Eu adoro o Caic por causa disso”.

Localizado no Campus Uvaranas da UEPG, o Caic é um complexo que abriga duas escolas – Reitor Álvaro Augusto Cunha Rocha, da educação infantil ao 5º ano no período integral, com a proposta pedagógica da UEPG, e a Escola Estadual Profa. Halia Terezinha Gruba, que faz parte do convênio com a Secretaria Estadual da Educação, que atende adolescentes do 6º ao 9º ano. As equipes que trabalham no Complexo são multiprofissionais e contam com as áreas do serviço social, odontologia, medicina, enfermagem e pedagogia.

Neste ano, o Caic tem 363 alunos na Escola Reitor Álvaro Augusto Cunha Rocha em tempo integral, e 347 alunos na escola Halia Terezinha Gruba. Esta última conta com a professora de Português e Redação e Leitura e coordenadora do Clube de Ciências, Simone Prado, que atua desde 2015 pela Secretaria de Estado da Educação (Seed). “Aqui a gente acompanha e conhece todos os alunos, que junto com suas famílias são bem engajados nas atividades que propomos”, conta. “Fazer parte da vida dessas pessoas, ver o desenvolvimento em relação à leitura e à escrita, que é com o que eu trabalho, mas também o desenvolvimento crítico, é maravilhoso, é fantástico!”.
Fotos e texto: Erica Fernanda.


