Quarta, 10 de Junho de 2026
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Ideflor-Bio incentiva a compostagem doméstica como ferramenta de sustentabilidade e educação ambiental

Além de reduzir o volume de resíduos em aterros, prática promovida pelo Instituto transforma restos de alimentos em adubo natural e fortalece a pre...

Por: Editoração Fonte: Secom Pará
10/06/2026 às 08h01
Ideflor-Bio incentiva a compostagem doméstica como ferramenta de sustentabilidade e educação ambiental
Foto: Divulgação

Transformar restos de alimentos em adubo natural é uma prática simples que pode gerar benefícios significativos para qualquer pessoa e principalmente para o meio ambiente. A compostagem permite que resíduos orgânicos, como cascas de frutas, folhas e restos de alimentos no geral, retornem ao solo como nutrientes importantes para a saúde das plantas. Essa prática, não só reduz a quantidade de lixo encaminhada aos aterros sanitários, como também contribui para estilos de vida mais sustentáveis.

O Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Pará (Ideflor-Bio) realiza diversas capacitações com o intuito de incentivar a prática que, além de diminuir a quantidade de descarte cotidiano, ajuda a produzir um composto orgânico rico em nutrientes que pode ser utilizado em jardins, hortas e áreas verdes. Essa alternativa melhora a fertilidade do solo e reduz a necessidade de aditivos químicos, incentivando o cultivo doméstico de plantas.

Para a engenheira agrônoma e gerente de Produção e Apoio aos Arranjos Produtivos Florestais, Laura Dias, a prática também tem um importante papel educativo dentro das residências. “Ao realizarem a compostagem, as famílias produzem menos lixo e contribuem diretamente para a preservação ambiental. É uma atividade que envolve crianças e adultos, fortalecendo a consciência ecológica e estimulando hábitos mais sustentáveis”, destacou.

A especialista ressalta, ainda, que pequenas ações podem gerar grandes transformações. “Quando uma pessoa resolve fazer compostagem, ela transforma resíduos em vida. Cada casca de fruta, folha ou resto de alimento que retorna à terra contribui para uma cidade mais limpa, sustentável e saudável para todos”, completa Laura Dias.

Menos impacto na natureza -Além dos benefícios para as residências, a compostagem desempenha papel estratégico na gestão ambiental de áreas protegidas. Segundo o engenheiro ambiental e gerente da Região Administrativa do Marajó, Hugo Dias, o processo ajuda a reduzir os impactos causados pelo descarte inadequado de restos orgânicos e fortalece o ciclo natural dos ambientes.

“A compostagem é uma prática fundamental para transformar resíduos orgânicos em adubo natural, reduzindo o lixo nos aterros e as emissões de gases de efeito estufa. Ela fortalece o ciclo da vida ao devolver nutrientes ao solo e promove uma agricultura mais sustentável”, explicou o gerente.

Nas unidades de conservação, os benefícios são ainda mais amplos, explica Hugo Dias. “A compostagem evita a contaminação do solo e da água, diminui custos com transporte de resíduos e gera insumos para recuperar áreas degradadas. Além disso, funciona como uma importante ferramenta de educação ambiental”, enfatiza.

O incentivo à reutilização dos resíduos orgânicos por meio da compostagem, tem demonstrado que aquilo que muitas vezes é considerado lixo pode se transformar em um recurso valioso. A prática tem fortalecido a preservação da biodiversidade, contribuído para o equilíbrio ecológico e reforçado a importância de atitudes sustentáveis no cotidiano de toda a sociedade.

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