

“Foi um importante encontro entre as Empresas Juniores, órgãos da Universidade e departamentos dos cursos que mantém as EJs. O objetivo foi ouvir as ‘dores’ dos estudantes que participam e buscar melhorar a estrutura para que eles possam continuar fazendo um trabalho de formação e ao mesmo tempo de intervenção na comunidade”, destaca o reitor Sanches Neto.
Para o vice-reitor, a conversa foi bem produtiva e foi possível reiterar o apoio da UEPG a essa iniciativa relevante para a formação de alunos de diferentes áreas, como Direito e Engenharias, por exemplo, além de outras que também estavam presentes no encontro. “Ouvimos com atenção os principais pontos no que tange ao funcionamento da estrutura das empresas juniores e durante o encontro foi possível apontar algumas possibilidades, como questões relacionadas ao espaço físico”, conta Demiate.



Segundo ele, será verificado nos Campi Centro e Uvaranas a possibilidade de um “coworking” para acomodar escritórios das empresas juniores de forma coletiva. “Isso para que os espaços sejam melhor utilizados, mais úteis e ao mesmo tempo funcionais, para que possam receber clientes, realizar atendimentos e demais atividades pertinentes para essa iniciativa. Reconhecemos e reforçamos a importância da presença de empresas juniores nos cursos de graduação e que possam surgir ainda mais EJs. A Reitoria vai dar ainda mais suporte para o funcionamento, legalização, enfim, todas as ações que as empresa juniores precisam para desenvolver ações junto ao setor produtivo privado”, finaliza.

“A EMajúnior é a Empresa Júnior de Engenharia de Materiais e nela realizamos projetos e consultorias na área. O nosso objetivo é formar pessoas capacitadas e também que possam contribuir e fazer a diferença dentro da equipe e da atuação em Materiais”, garante Rafaela Kunau, aluna da UEPG e que participa da EJ.
Segundo ela, o processo seletivo para participar da EMajúnior é realizado duas vezes ao ano. “Buscamos sempre alunos ‘inconformados’, que tenham um olhar empreendedor e motivados dentro do curso”, conta. Rafaela explica ainda que a principal área de atuação é com consultorias, principalmente na realização de ensaios “mecânicos, químicos, de análise térmica, tanto na área de metais quanto de polímeros e cerâmica. Empresas e indústrias, geralmente, nos procuram para solucionar problemas com relação a corrosão de peças, entre outros”, finaliza.
Texto e fotos: Tierri Angeluci























