Quarta, 03 de Junho de 2026
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Dia Mundial da Bicicleta: veja rotas de cicloturismo no estado de SP

Setur-SP destaca quatro percursos que mostram a diversidade de cenários paulistas e os atrativos que os ciclistas descobrem e cultivam

Por: Editoração Fonte: Secom SP
03/06/2026 às 17h20
Dia Mundial da Bicicleta: veja rotas de cicloturismo no estado de SP
Cicloturismo em São Luiz do Paraitinga, no Vale do Paraíba (foto: Priscila G)

Resolução da ONU de 2018 estabelece o Dia Mundial da Bicicleta em 3 de junho. A bicicleta traz benefícios para saúde e bem-estar, mobilidade, preservação ambiental, inclusão social e promoção de atividade física. Mas é no turismo que as pedaladas nas magrelas criam conexões, ampliam horizontes culturais e geram lembranças.

A Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo (Setur-SP) selecionou quatro rotas de cicloturismo paulista que percorrem zonas rurais e serranas, percursos de alto valor cultural e com oferta variada de gastronomia. São elas: o Caminho da Fé (com inspiração no Caminho de Santiago de Compostela, entre os Pirineus e a Galícia, na Europa), a Rota da Luz, a Rota Interparques (na capital paulista) e a Ciclorrota da Mata Atlântica.

Caminho da Fé

Reunindo trechos em áreas rurais e serranas dos estados de São Paulo e Minas Gerais, o Caminho da Fé tem como principal destino o Santuário Nacional de Aparecida, no Vale do Paraíba. Inspirado no famoso Caminho de Santiago de Compostela (entre os Pirineus, na França e a Galícia, na Espanha), o trajeto é muito utilizado por cicloturistas, destacando-se pelas paisagens de serra, com desafios de altimetria (a medida dos altos e baixos de um percurso) e um forte componente cultural e religioso. Mais sobre o Caminho da Fé, neste site .

Rota da Luz

Foi para estimular o turismo religioso, rural e de natureza de São Paulo, que o Governo do Estado criou o percurso da Rota da Luz, que conecta municípios do interior paulista até Aparecida, no Vale do Paraíba. O percurso foi planejado para caminhantes e ciclistas, passando por estradas de baixo fluxo e áreas de valor histórico, fazendo uma completa integração entre patrimônio cultural, gastronomia e atrativos locais.

Nele, o cicloturista pode iniciar a rota de trem, com partida na Estação da Luz, em São Paulo, seguindo até Mogi das Cruzes, no Alto Tietê (com saída na Estação Estudantes da CPTM), passando por vias pavimentadas apenas no perímetro dos nove municípios que o compõem (Mogi das Cruzes, Guararema, Santa Branca, Paraibuna, Redenção da Serra, Taubaté, Pindamonhangaba, Roseira e Aparecida). Para saber mais sobre a Rota da Luz, neste site .

Rota Interparques

A cidade de São Paulo ganhou um percurso ciclístico de 182 km de extensão que conecta parques, represas, unidades de conservação municipais e reservas naturais na zona sul da capital, celebrando a biodiversidade da Mata Atlântica naquela região. A Trilha (ou Rota) Interparques integra o Polo de Ecoturismo de São Paulo (Parelheiros, Marsilac e Ilha do Bororé), fortalecendo a conexão entre as áreas naturais protegidas e promovendo a valorização da biodiversidade local. Para saber mais sobre o trajeto da Rota Interparques, neste link .

Ciclorrota da Mata Atlântica

Com a finalidade de integrar as Redes Brasileira e Paulista de Trilhas de Longo Percurso, a CRMA (Ciclorrota da Mata Atlântica) estabeleceu um percurso estratégico de mais de 500 km, atravessando 12 municípios paulistas. O projeto conta com suporte de órgãos governamentais como a Setur-SP, a Fundação Florestal e o Ministério do Meio Ambiente, além de grupos de ciclistas locais, visando fortalecer o ecoturismo e a conservação ambiental a partir de uma rota que interliga estradas vicinais, fazendas e Unidades de Conservação importantes. Para saber mais sobre a Ciclorrota da Mata Atlântica, pelo site .

Sobre o Dia Mundial da Bicicleta

“Andar de bicicleta é uma fonte de benefícios social, econômico e ambiental e isso é aproximar as pessoas”, disse o secretário geral da Federação Europeia de Ciclistas, Bernhard Ensink. Foi uma resolução oficial de abril de 2018 da Organização das Nações Unidas (ONU) que estabeleceu a data de 3 de junho como sendo o Dia Mundial da Bicicleta, escolhida para destacar a bicicleta como meio de transporte simples, acessível, limpo, econômico e sustentável.

A iniciativa, que contou com o apoio imediato de mais de 50 países, foi resultado de uma campanha liderada pelo professor e sociólogo polonês Leszek J. Sibilski. No Brasil, o ciclismo cresceu com campanhas e eventos para comemorar o dia 3 de junho, ganhando notoriedade em nível nacional e com incentivo pelos cicloativistas, portais de conteúdo de ciclismo e alguns órgãos públicos.

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