

Carolina desenvolve uma pesquisa sobre violência de gênero nas aulas de Educação Física no Brasil. Neste mês, ela participou de três eventos, como conferencista e palestrante. O primeiro foi em 6 de maio, no encontro intitulado “Voluntariado, Deporte Paralímpico e Transformación Social: Experiencias desde Brasil, Itália e España”, organizado pela Universidade Católica de Valência. Na ocasião, a docente teve a oportunidade de falar sobre a experiência de ter sido voluntária nos Jogos Paralímpicos do Rio 2016, além do legado dos megaeventos paradesportivos no Brasil 10 anos depois. “Sou professora da disciplina de educação física para pessoas com deficiência, e nesse sentido foi muito importante trazer as experiências do esporte de alto nível de pessoas com deficiência para dentro da sala de aula”, descreve. O evento foi transmitido pelo YouTube da instituição e e está disponível aqui . 
A segunda atividade aconteceu no dia seguinte, 7 de maio, na Jornada Afes, da Universidade de Valência. “Participei de um debate com outros pesquisadores do Brasil, Espanha e Noruega e falei sobre a pesquisa que estou desenvolvendo no estádio de pós-doutorado”, conta. No dia 14 de maio, foi a vez de participar como palestrante no evento “Encuentros Feminae: Resistencias feministas en la Educación Física y el deporte”, organizado pelo grupo Grupo de pesquisa da Universidade de Sevilha Mulheres, Esporte, Educação Física, Ciência (Feminae), em colaboração com as Universidades de Sevilla e de Valência. A professora Carolina falou sobre a violência de gênero nas aulas de educação física. O evento teve mais de 300 inscritos de diferentes partes da Europa, Brasil e África, com transmissão remota aos participantes.
Com retorno ao Brasil previsto para fevereiro de 2027, a pesquisadora ressalta que a participação nesses eventos “é uma valiosa oportunidade de apresentar ao mundo as temáticas de pesquisas que estão sendo desenvolvidas no Brasil e, também, no Departamento de Educação Física da UEPG. O objetivo é estabelecer parcerias com essas instituições e, posteriormente, desenvolver possíveis programas de mobilidade acadêmica e docente entre a Universidades”, finaliza.
Texto: Jéssica Natal | Fotos: Arquivo Pessoal



