Quinta, 21 de Maio de 2026
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Oftalmologista do Hospital Metropolitano de Alagoas alerta para os riscos do glaucoma

Fernanda Barros explica que a doença é silenciosa e pode comprometer a visão de forma progressiva

Por: Editoração Fonte: Secom Alagoas
21/05/2026 às 17h10
Oftalmologista do Hospital Metropolitano de Alagoas alerta para os riscos do glaucoma
Doença silenciosa, o glaucoma pode comprometer a visão da pessoa acometida pela doença de forma progressiva - Brunno Afonso / Ascom Hospital Metropolitano de AL
Neide Brandão / Ascom Hospital Metropolitano de AL

O glaucoma é uma doença silenciosa, sem sintomas nas fases iniciais, mas que pode causar danos permanentes à visão. Durante o Maio Verde, mês de conscientização e combate à doença, a oftalmologista do Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA), em Maceió, Fernanda Barros, alerta sobre a importância do acompanhamento oftalmológico regular para prevenir a progressão desta patologia, considerada uma das principais causas de cegueira irreversível no mundo.

De acordo com Fernanda Barros, o glaucoma provoca uma lesão no nervo óptico, estrutura responsável por levar as informações visuais até o cérebro. Com isso, a visão vai sendo comprometida de forma gradual, começando pela periferia até atingir o centro da visão.



“O grande perigo do glaucoma é justamente o fato de ele agir de forma silenciosa. Muitas pessoas só percebem quando já existe uma perda importante da visão”, alerta a especialista.


A médica explica que alguns grupos precisam redobrar a atenção, especialmente pessoas com mais de 40 anos, histórico familiar da doença, diabetes, hipertensão arterial, pressão alta nos olhos ou uso indiscriminado de corticóides.

Diagnóstico Precoce

Apesar de não ter cura, o glaucoma pode ser controlado quando diagnosticado precocemente. O acompanhamento regular e o tratamento adequado ajudam a impedir a progressão da doença e preservar a visão do paciente.

“Cuidar da visão é cuidar da independência e da qualidade de vida. Não espere a visão piorar para procurar ajuda. A prevenção e os exames oftalmológicos periódicos fazem toda a diferença”, ressalta Fernanda Barros.

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